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Três meses de CAIS- CEMAR : Cidadania e Inclusão Social

No período de três meses da implementação e ações do Centro de Acesso a Direitos e Inclusão Social na política sobre drogas – CAIS, executado pelo Centro de Educação Integral Margarida Pereira da Silva – CEMAR.

O CAIS tem como objetivo promover a autonomia, a inclusão social e produtiva de pessoas em situação de vulnerabilidade, com foco especial no público usuário de álcool e outras drogas. A iniciativa foca no acesso a direitos, redução de danos sociais e reabilitação psicossocial e ainda realizar ações de fortalecimento das redes de cuidado e prevenção ao agravamento da cronicidade da situação de vulnerabilidade social.

Neste contexto, nas ações do CAIS em Pombal-PB, foco central da coordenação geral via organização CEMAR e entre outros municípios que estão sendo executados com os Municípios, a exemplo de Paulista, que ocorre oficina de música com interação e aproximação lúdica com as crianças e adolescentes, além do entusiasmo do Município de Cajazeirinhas com oficina de Dança, alegria e envolvimento de Lagoa com ações protagonistas de Cidadania.

Tem fortalecido e impactado nestes três meses em que o CAIS, da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão, e Secretaria da Justiça e Segurança Pública do Governo Federal, possibilita organizações do porte do CEMAR, que tem correspondido com as expectativas através dos profissionais educadores, técnicos, assistentes sociais, psicólogos, pedagoga e uma enfermeira que, de forma integrada com a rede de serviços socioassistenciais, Sistema SUAS, tem buscado realizar as respectivas metas.

Para o público em situação de vulnerabilidade social em situação de uso de substância ou em situação de rua, por meio da busca ativa que o CAIS tem realizado, conseguindo identificar encaminhar gradativamente 14 pessoas a serem inclusas para ter acesso a direitos fundamentais com vistas à superação de desigualdades sociais e barreiras institucionais, além de fomentar a integração dos beneficiários à rede de serviços públicos, especialmente nas áreas de saúde, assistência social, educação e trabalho.
Construir pontes em vez de muros é um convite ao diálogo, empatia e união, superando barreiras de indiferença, orgulho ou conflito. E mais: se a pessoa deseja parar de usar, a abstinência é um objetivo construído. Se não, o atendimento é um direito inegociável.

Por: José Ribeiro da Silva (Equipe CAIS Pombal PB – Técnico Assistente Social)

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