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Sem juiz, Justiça trava no Sertão: audiências são remarcadas e processos ficam à espera de solução

OAB cobra medidas do TJPB diante da falta e da alta rotatividade de magistrados nas comarcas compreendidas pela Subseção de Pombal

A Justiça no Sertão paraibano enfrenta um problema que já bate à porta de quem mais precisa dela: a falta de juízes e a constante troca de magistrados.

Nas comarcas compreendidas pela Subseção de Pombal, a situação tem gerado consequências práticas: audiências são remarcadas, processos atrasam e partes e advogados precisam esperar ainda mais por uma solução.

Nos últimos meses, a rotatividade de magistrados tem dificultado a continuidade dos trabalhos e aumentado a preocupação da advocacia com a prestação jurisdicional em toda a região.

A OAB-PB e a Subseção de Pombal vêm cobrando respostas do Tribunal de Justiça da Paraíba. A instituição já se reuniu por três vezes com a Presidência do TJPB para apresentar as demandas da advocacia e cobrar providências para garantir maior estabilidade na Justiça do interior.

Para a OAB, o problema não é apenas preencher a vaga quando um juiz deixa a comarca. É preciso garantir permanência, continuidade e regularidade na prestação jurisdicional.

Porque, quando não há juiz, não é apenas um gabinete que fica vazio: são audiências adiadas, processos que não avançam e cidadãos que continuam esperando.

A OAB-PB e a Subseção de Pombal defendem medidas concretas para reduzir a rotatividade e garantir uma Justiça mais estável nas comarcas que integram a região.

A população do interior não pode ter uma Justiça de passagem. O Sertão precisa de juiz, precisa de continuidade e precisa de resposta.

OAB/Pombal

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